Turnos rotativos, operação de máquinas pesadas, espaço confinado, trabalho em altura, ruído constante. A indústria concentra GHEs com riscos psicossociais intensos, e a NR-1 agora exige que cada um seja mapeado no PGR. Nós já temos instrumentos específicos por função, com +300 avaliações reais em campo.
Metalúrgica, alimentícia, química ou farmacêutica. O chão de fábrica tem GHEs em comum, e os riscos psicossociais desses GHEs são os mesmos: fadiga por turnos, pressão de produção, exposição a agentes múltiplos e a vigilância constante que esgota antes de proteger.
Rodízio de escalas, noites, fins de semana. O descompasso circadiano afeta sono, humor, julgamento e reflexos, exatamente o que não pode falhar quando se opera maquinário pesado.
A atenção constante exigida para operar prensas, tornos e linhas de produção gera fadiga cognitiva. O paradoxo: quanto mais cansado, mais perigoso, e mais o operador precisa se forçar a vigiar.
Ruído, calor, vibração, poeira, produtos químicos, tudo junto, o turno inteiro. A exposição simultânea potencializa o desgaste. O corpo e a mente esgotam juntos, e nenhum EPI protege o psicológico.
Volume, velocidade, eficiência. A pressão por resultados numa linha de produção é diferente do escritório. Errar aqui pode significar perder um dedo, não um prazo. Essa carga pesa.
GHEs de altíssimo risco que a NR-35 e NR-33 já regulam. Mas o estresse crônico de trabalhar sob ameaça de queda ou asfixia é, em si, um risco psicossocial, e esse agora precisa constar no PGR.
Estruturas de comando verticais, pouca voz nas decisões, tarefas repetitivas. A falta de autonomia e reconhecimento é um dos fatores mais associados ao adoecimento mental no trabalho industrial.
A indústria já convive com NR-12, NR-35, NR-33 e NR-17. Cada uma cobre um tipo de risco físico. O que nenhuma delas cobria era o risco psicossocial, o gatilho invisível que transforma fadiga em acidente. A NR-1 agora fecha essa lacuna.
A NR-1 agora exige que os riscos psicossociais de cada GHE sejam mapeados com instrumentos validados e documentados no PGR. Estresse, sobrecarga, fadiga, conflitos, assédio, tudo o que as NRs setoriais não cobriam. Nós entregamos exatamente essa camada, com instrumentos específicos por função industrial.
Cada função tem riscos psicossociais diferentes. Desenvolvemos instrumentos específicos por Grupo Homogêneo de Exposição, não usamos formulário genérico. Estes são os GHEs industriais que já temos prontos para aplicação:
GHEs adicionais são desenvolvidos sob demanda para cada empresa. Instrumentos fundamentados em COPSOQ III, SWING e NR-35 (item 35.4.1.2).
A maioria das soluções no mercado aplica um questionário genérico igual para o operador de prensa e para o assistente administrativo. Nosso diagnóstico nasceu dentro do chão de fábrica — com instrumentos específicos por GHE e dados reais de +300 trabalhadores industriais.
Sem complexidade. Sem compromisso recorrente. O diagnóstico é um projeto único que entrega conformidade NR-1 em até 30 dias — integrado ao fluxo de exame ocupacional que a planta já tem.



Se a sua indústria já tem NR-12, NR-35 e NR-33 em dia, o diagnóstico psicossocial da NR-1 é a peça que falta no PGR. Podemos mostrar como encaixar, sem retrabalho.