Quedas de altura são a principal causa de mortes na construção civil. E fadiga, estresse e desatenção são os gatilhos que ninguém mapeava, até agora. A NR-35 já exige avaliação psicossocial individual. A NR-1 agora exige o diagnóstico organizacional. Nós fazemos os dois, com +300 avaliações reais em trabalho em altura.
A construção lidera os rankings de acidentes graves e fatais no Brasil. As causas imediatas são conhecidas: queda, soterramento, choque elétrico. Mas os gatilhos invisíveis — fadiga, estresse crônico, pressão de prazo, desatenção por sobrecarga — são riscos psicossociais que agora precisam ser mapeados.
A carga cognitiva de operar em andaimes, telhados e estruturas onde um erro custa uma vida gera estresse crônico e hipervigilância, fatores que esgotam e, paradoxalmente, aumentam o risco de queda.
Obras com cronograma apertado, horas extras obrigatórias e trabalho aos sábados. A fadiga acumulada reduz tempo de reação e capacidade de julgamento, exatamente o que mata em altura.
Mão de obra itinerante, vínculos frágeis, troca constante de colegas. A instabilidade corrói a cultura de segurança, e trabalhadores novos são os que mais se acidentam.
Canteiros de obra longe de casa, alojamentos precários, semanas sem contato com a família. O isolamento social é um fator de risco documentado para depressão e abuso de substâncias.
Ruído, poeira, calor, vibração, produtos químicos. A exposição simultânea a múltiplos agentes físicos potencializa o desgaste emocional. O corpo e a mente esgotam juntos.
Testemunhar acidentes graves ou fatais de colegas gera trauma vicário e TEPT. Esse risco é real, documentável e agora precisa constar no inventário de riscos psicossociais do PGR.
A NR-35 já exige avaliação psicossocial individual para quem trabalha em altura. A NR-1 agora exige o diagnóstico organizacional que mapeia os riscos coletivos. São camadas complementares, e nós já fazemos as duas.
Obrigatória para todo trabalhador em altura (acima de 2m). Avaliação de aptidão com base em fatores psicológicos e comportamentais.
Portaria MTE 1.419/2024. Exige mapeamento dos riscos psicossociais coletivos com instrumentos validados e laudo técnico.
Enquanto a maioria das consultorias está começando a entender riscos psicossociais, nós já temos +300 avaliações reais em trabalho em altura. O diagnóstico organizacional da NR-1 é a extensão natural do que já fazemos, com os mesmos instrumentos, a mesma equipe e dados reais de campo.
A maioria das soluções no mercado aplica um questionário genérico igual para pedreiros, encarregados e administrativo. Não fazemos isso. Nosso diagnóstico nasceu dentro do canteiro de obras, com instrumentos específicos por GHE e dados reais de mais de 300 trabalhadores.
Sem complexidade. Sem compromisso recorrente. O diagnóstico é um projeto único que entrega conformidade NR-1 em até 30 dias — integrado ao fluxo de ASO que o canteiro já tem.



Se a sua construtora já faz avaliação psicossocial para NR-35, o diagnóstico organizacional da NR-1 é o próximo passo natural. Podemos mostrar como integrar os dois, sem retrabalho.